
A ação foi ajuizada pelo sindicato em 2025 e tem como objetivo garantir que o abono de permanência seja reconhecido como de natureza remuneratória.
No parecer, o Ministério Público reconheceu a procedência do pedido e destacou está alinhado à decisões dos tribunais superiores, que reconhece que o abano tem caráter remuneratório.
No último dia 10 de março, a relatora do caso, desembargadora Maria da Purificação Silva, solicitou a inclusão do processo em pauta de julgamento no TJBA. Desta forma, a ação entra na fase decisiva, para apreciação do mérito para que seja tomada a decisão final.
Para os servidores esse avanço é muito importante. Caso o pedido seja acolhido, o reconhecimento do abono de permanência como verba remuneratória vai garantir o recálculo do 13º salário e do adicional de férias.
“O parecer favorável do Ministério Público, somado ao entendimento já consolidado em instâncias superiores, fortalece a expectativa de um resultado positivo para os servidores do Judiciário baiano.”, explicou Manuel Suzart, presidente do Sinpojud.


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