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Durante a abertura da assembleia, o presidente do Sinpojud, Manuel Suzart, apresentou informes à categoria e relatou o conteúdo da reunião realizada com o TJBA na última sexta-feira, 6 de junho. Segundo Suzart, as entidades sindicais foram surpreendidas com a justificativa apresentada pelo Tribunal de que a aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) seria inviável, por conta do artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
De acordo com o TJBA, a implementação do plano neste momento violaria o marco temporal estabelecido pela LRF, o que, na avaliação do sindicato, representa mais um obstáculo imposto à valorização dos servidores.
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“Desde 2018 o PCCV caminha dentro do Tribunal de Justiça e é inconcebível que só agora, após anos de discussão e após ter sido aprovado por unanimidade no Pleno, o TJBA venha apontar um suposto impedimento na Lei de Responsabilidade Fiscal. A categoria não aceita mais desculpas. Vamos manter a greve e só recuar quando tivermos uma proposta concreta e respeitosa aos nossos direitos”, destaca o presidente, Manuel Suzart.
A diretora de Finanças do Sinpojud, Maria José Silva (Zezé), reforçou a importância do engajamento de todos os servidores nesse momento de mobilização. “Essa luta é de todos nós. Precisamos que cada servidor da capital e do interior respeite a greve. Só com união e firmeza conseguiremos alcançar a vitória que tanto esperamos”, conclamou Zezé.
O Sinpojud seguirá atento aos desdobramentos das negociações e divulgará, em breve, data e local da próxima assembleia. A entidade reforça o chamado para que todos os servidores permaneçam mobilizados e firmes na luta por valorização, respeito e dignidade.
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