
Durante a reunião, a desembargadora ouviu as observações das entidades e atendeu em parte os pleitos, como, por exemplo, a priorização do aumento do vencimento básico nos três primeiros anos e a valorização dos técnicos judiciários, acolhendo a tese de aproximação salarial para uma diferença de 25% entre os cargos.
O plano será de oito anos, com a previsão de implantação da redução da diferença entre os cargos e gratificações a partir do 4º ano. Além disso, constará a possibilidade de progressão por merecimento em até 16 padrões, a previsão de recebimento de valores por substituições, o abono pecuniário, entre outras questões da contraproposta apresentada pela Presidência.
“A desembargadora Cynthia foi sensível às nossas demandas e aberta à negociação com as entidades. Acredito que saímos daqui com a melhor proposta possível para os servidores do Poder Judiciário, sendo justo com todas as categorias”, destaca o presidente do Sinpojud, Manuel Suzart.
O documento será reajustado e encaminhado para as entidades até o início do mês de junho, antes de seguir para apreciação da Comissão de Reforma Judiciária, em seguida enviado para o Tribunal Pleno, e finalmente para ser votado e aprovado, ainda esse ano, na Assembleia Legislativa da Bahia.
Além do presidente do Sinpojud, Manuel Suzart, participaram da reunião os diretores Maria José Silva (Zezé) e Tiago Pascoal. Também compareceram ao TJBA os diretores Robertoni Mercês, Cármen Maria e Damião Correia.


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