
Na reunião estavam presentes representantes de diversas entidades sindicais, que apresentaram problemas relatados pelos filiados das respectivas organizações e fizeram sugestões e análises sobre a situação do Planserv.
O diretor de Comunicação Tiago Pascoal destacou problemas enfrentados pelo Planserv, especialmente a falta de prioridade do governo estadual para com a saúde do servidor.
“Precisamos entender que o problema do Planserv é a falta de recursos. Nos últimos anos, o governo estadual retirou os recursos do nosso plano, reduziu pela metade e somente no ano passado incrementou 0,5%. Antes em Salvador era uma maravilha, hoje percebemos diversos problemas. O governo precisa decidir qual é a política de saúde destinada aos seus servidores. Nós, servidores e dirigentes sindicais, precisamos cobrar do governo a recomposição dos recursos, além disso, a fiscalização pelos órgãos de controle das condutas prejudiciais ao Planserv realizadas pela administração, prestadores e usuários”, aduziu Tiago Pascoal.
Socorro Brito informou que o plano de assistência vem aumentando a rede credenciada na capital e interior e orientou os beneficiários a não procurarem os hospitais de alta complexidade nos casos mais simples de saúde. O encaminhamento habitual deve ser buscar as unidades de baixa e média complexidade, que em Salvador consistem no Hospital da Pituba, que está atendendo 24h os filiados do Planserv, e a Rede São Miguel na Avenida ACM.
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A diretora de Finanças e Convênio Maria José (Zezé) fez uma explicação rápida sobre o histórico do movimento sindical em prol de uma saúde digna para os seus servidores, destacando promessas não cumpridas por outros governantes e a luta incansável dos sindicatos pela construção de um Hospital para o servidor.
“Rui Costa prometeu entregar um Hospital do Servidor e não cumpriu. Agora parece que será uma realidade. A existência de um Hospital destinado para os servidores é uma luta histórica. Sempre estivemos na vanguarda dessa pauta, sempre foi nosso sonho. Temos a certeza de que a inauguração dessa unidade de saúde de alta complexidade vai ajudar muitos servidores da capital e principalmente do interior”, afirmou Maria José (Zezé).
No encontro também houve explicações sobre a utilização do Token, para casos de exceção, e a importância da atualização de dados cadastrais e a biometria facial.


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