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As respostas vão permitir conhecer quem são os profissionais que atuam nos tribunais e conselhos de todo o país e mapear a realidade do dia a dia da Justiça. O preenchimento é individual, sigiloso e leva entre cinco e dez minutos. Para juízes e juízas, são 63 perguntas, enquanto servidores são 48 perguntas. Os dois formulários contam com questões objetivas, de múltipla escolha.
São questões sobre raça, etnia, deficiências físicas e psicossociais, religião, nível de escolaridade de pai e mãe, orientação sexual, assédio moral e violência doméstica. Esses são assuntos tratados pelo CNJ por meio de políticas judiciárias.
Também são questões sobre o local em que o participante atua, dados funcionais, de formação escolar e pessoais. O questionário também busca informações do grau de satisfação de quem responde e a experiência profissional, relacionamento com colegas e superiores, além da opinião sobre a efetividade do trabalho que desempenha. A pesquisa também vai orientar ações que permitam melhorar as condições de trabalho e a prestação de serviços à população.


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