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Com o tema “Proposições para a consolidação de políticas públicas e avanços no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, a oficina teve como objetivo fortalecer o diálogo entre a comunidade científica, trabalhadores, gestores e movimentos sociais, buscando a formulação de diretrizes para uma Política Pública Nacional de Saúde Mental e Trabalho.
Durante o encontro, Tiago Pascoal destacou a importância de uma aproximação entre a academia e as organizações de trabalhadores, especialmente no setor público, como estratégia fundamental para enfrentar o crescente adoecimento mental nas relações laborais.“A ciência tem denunciado a elevação dos índices relacionados ao sofrimento psíquico no ambiente de trabalho. Faz-se necessário uma maior articulação da academia com as diferentes organizações de trabalhadores para subsidiar ações de prevenção e promoção de saúde, em especial no que diz respeito à saúde mental”, afirmou o diretor.
Representantes do Ministério da Saúde, movimentos sindicais, pesquisadores de diversas universidades e estudantes de graduação e pós-graduação também participaram do evento, consolidando um espaço de cooperação internacional e de construção coletiva de políticas voltadas à valorização da vida e à promoção da saúde mental dos trabalhadores.
A participação do Sinpojud reforça o compromisso da entidade com a defesa da saúde e do bem-estar dos servidores do Poder Judiciário, buscando contribuir com o debate nacional sobre as condições de trabalho e as políticas públicas voltadas à saúde mental.


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