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Durante as visitas, os dirigentes reforçaram a importância da participação ativa da base nas manifestações realizadas às terças-feiras, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), e às quartas-feiras, na sede da Governadoria. As paralisações de 48 horas fazem parte do calendário de mobilizações organizado pelo Sinpojud para pressionar o Governo do Estado a autorizar a votação do Projeto de Lei 25.491/2024, que trata do PCCV.
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O Sinpojud reforça que a mobilização não pode se concentrar apenas na capital. É fundamental que os servidores do interior sigam as orientações do sindicato, permanecendo mobilizados na entrada dos prédios e garantindo a visibilidade da luta.O sindicato também lembra que é obrigatório manter 30% dos serviços essenciais em funcionamento, conforme estabelece a Lei de Greve (Lei nº 7.783/1989) e as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). As escalas devem priorizar o atendimento de medidas urgentes, como plantões judiciais e audiências de réus presos.
Caso não haja avanços até o fim de abril, uma nova Assembleia Geral está marcada para o dia 7 de maio, com paralisação e indicativo de greve geral.


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