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O Sinpojud realizou, nesta sexta-feira (11/04), a primeira Assembleia Geral Extraordinária de 2025, no ginásio do Sindicato dos Bancários, em Salvador. O encontro teve a participação de servidores de diversas comarcas da capital e do interior do estado e teve como pauta principal o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV).
A assembleia foi aberta com a leitura da última ata realizada em janeiro. Em seguida, o presidente Manuel Suzart apresentou os informes da diretoria.
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Nos dias 15 e 16 de abril finalização das mobilizações, com manifestações na ALBA e na Governadoria. Nos 22 e 23 de abril, início das paralisações de 24 horas, sendo às terças-feiras na Assembleia Legislativa e às quartas-feiras na Governadoria. E caso não aconteça nenhuma alteração no posicionamento do governo do estado sobre a colocação do PCCV em votação, até o fim do mês de abril, no dia 7 de maio, uma nova Assembleia Geral será realizada, com paralisação e indicativo de greve.
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Foi aberto o momento de discussões e os servidores puderam se manifestar por até dois minutos, propondo alterações ou sugerindo novas estratégias. Uma das propostas apresentadas foi a antecipação das paralisações já para os dias 15 e 16 de abril, com manifestações na ALBA e no Tribunal de Justiça da Bahia. Também foi sugerido que as paralisações ocorressem de forma parcial, com os servidores registrando o ponto, mas deixando de trabalhar por um período.
Após votação, a maioria decidiu pela realização das paralisações de forma integral após o feriado da Semana Santa. Ao final, com 120 votos favoráveis, a proposta original apresentada pela diretoria foi aprovada pela assembleia.
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Para o presidente do Sinpojud, Manuel Suzart, a aprovação das mobilizações é um passo importante na luta pela valorização da categoria.“A democracia se fez presente na Assembleia presencial, o que mostra que o sindicato está aberto ao diálogo. Os servidores demonstraram, mais uma vez, que estão dispostos a lutar pelos seus direitos. O PCCV é uma conquista histórica e não podemos permitir que continue sendo adiado. Vamos seguir firmes até que o governo atenda à nossa pauta e respeite o Poder Judiciário baiano”, concluiu Suzart.
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