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Presidida pela promotora Rita Tourinho, a audiência contou com a presença de representantes da coordenação do Planserv, Procuradoria Geral do Estado (PGE), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Comissão de Hospitais e Clínicas Particulares, seguradora Maida Health e do deputado estadual Hilton Coelho. O Planserv, que atende a mais de 500 mil pessoas entre servidores e seus dependentes, vem ofertando serviços de forma precária. Os beneficiários enfrentam dificuldades para marcar consultas, realizar exames e obter atendimento de emergência em hospitais, tanto no interior quanto na capital.Na abertura, a promotora Rita Tourinho ressaltou as várias denúncias recebidas pelo MP sobre o atendimento inadequado. Socorro Brito, coordenadora do Planserv, em sua fala, apresentou estatísticas dos serviços prestados e reconheceu a adversidade vivida pelos servidores. Durante a audiência, Tiago Pascoal, representando o Sinpojud, evidenciou os recorrentes problemas enfrentados pelos beneficiários. Ele alertou sobre a fragilidade do plano e mencionou os desafios que ele mesmo enfrentou ao tentar realizar exames no interior. "A falta de recursos para a manutenção do Planserv é evidente. Esta situação se agravou desde que o governo reduziu o repasse de verbas de 4% para 2%. É imperativo que o governo reconsidere essa decisão para evitar maiores prejuízos e a consequente deterioração do Planserv. Precisamos urgentemente retornar ao repasse de 4%”, enfatizou Tiago.
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Concluindo, a promotora destacou: “Estamos em um momento de escuta ativa, dando voz aos servidores e entidades, promovendo negociações e buscando soluções para os desafios enfrentados pelo Planserv”.


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