BAHIA BA - Presidente do TJ-BA apresenta balanço de gestão e destaca avanço em julgamentos no estado

Publicado em: 11/06/2026 | 09:30



O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador José Rotondano, apresentou um balanço detalhado das metas e dos resultados institucionais alcançados durante seus primeiros 100 dias à frente da condução da corte baiana.
Em entrevista concedida à Rádio Sociedade da Bahia, o magistrado celebrou os indicadores de produtividade do tribunal e reforçou o compromisso da atual gestão com a celeridade processual e com a aproximação entre o Poder Judiciário e os cidadãos.
Produtividade no Judiciário
O principal destaque do balanço apresentado foi a realização de 470 sessões do Júri Popular ao longo do ano de 2026.
O expressivo indicador de produtividade é o resultado direto da execução do programa TJBA Mais Júri, uma iniciativa estratégica desenhada pela presidência para expandir o número de sessões plenárias nas comarcas do estado. O projeto foca no escoamento de processos parados e na redução drástica do tempo de tramitação das ações penais voltadas ao julgamento de crimes dolosos contra a vida, que são de competência exclusiva do Tribunal do Júri.
O desembargador José Rotondano ressaltou que a eficiência na prestação jurisdicional criminal atua como um importante braço de apoio às políticas locais de segurança pública.
“A segurança pública, também, é uma preocupação do Poder Judiciário e esses Júris mostram que estamos alerta. A agilidade é necessária, pois a sociedade precisa confiar na Justiça”, destacou o Magistrado.
Projetos estruturantes na Bahia
Além do mutirão de julgamentos, o chefe do Judiciário baiano aproveitou a oportunidade para expor as novas diretrizes administrativas e os projetos estruturantes que servirão de base para a sua gestão no tribunal. Entre as ações prioritárias lançadas na atual administração, o desembargador citou os programas TJBA Acelera, o Justiça em Território e o projeto TJBA Protege.
O presidente encerrou o balanço defendendo uma mudança na percepção pública sobre a atuação da magistratura no estado.
“Nós queremos que as pessoas percebam que os juízes são servidores públicos e que nós prestamos um serviço destinado à coletividade”, concluiu o desembargador.


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