Servidores não são marionetes!

  • Publicado: 28 Mar 2018, 13:51
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Estamos nos aproximando do processo eleitoral do Sinpojud e a Diretoria Executiva da entidade vem alertar seus filiados quanto a estratégias maliciosas utilizadas durante esse processo.

É imprescindível que haja respeito e um censo crítico por parte dos eleitores. Trata-se de interesses escusos camuflados em discursos que visam ludibriar o eleitor de forma baixa para concorrer a um pleito democrático.

Entidades que apropriam estrategicamente deste momento para sugerir uma suposta UNIFICAÇÃO não estão nem um pouco preocupadas em unificar categoria e sim de trazer a tona uma estratégia já utilizada e que à época apenas serviu como uma péssima experiência, que não favoreceu em nada os filiados.

Percebe-se que na época da tal UNIFICAÇÃO não houve crescimento algum para a categoria a nível de conquistas e pior, ainda onerou ainda mais a receita da entidade que pertence aos filiados e não a nenhum diretor.

Enganar os filiados do Sinpojud, adotar discurso falacioso para tentar fortalecer sua própria entidade por interesse particular de se apropriar do SINPOJUD e do patrimônio construído pelos filiados e pelas Diretorias que por aqui passaram e dedicaram suas vidas à luta sindical pode sim ser chamado de golpe.

Um golpe baixo com métodos escusos, aliás isso é uma constante dessas pessoas, foi assim que agiram em 2001, naquela greve histórica de 86 dias, quando ao invés de lutarem pelo PCS queriam reposição em percentuais, não diferente em 2004 e 2008.

Portanto, chamamos você, filiado a uma reflexão ainda mais aprofundada, pois não queremos marionetes e sim eleitores conscientes, informados de fatos históricos ocorridos na trajetória da nossa categoria.

Em 2010 quando nos juntamos no movimento paredista contra o TJ, esses mesmos personagens intimidaram e ameaçaram os colegas que trabalhavam no Tribunal e aqueles que vinham do interior do estado para as assembleias, alegando que não era necessário a presença física destes, com o interesse de que a minoria presente (os espertalhões) aprovassem tudo o quanto quisessem.

Invadiram o sistema de RH do TJ e depredaram o salão do júri onde realizávamos nossas assembleias, praticando um sindicalismo inconsequente e vândalo.

Recentemente no ano 2017, no Congresso da Fenajud, capitaneados pela “rainha das alcovas e o seu bispo”, impediram o Sinpojud de se expressar durante o congresso.

Congresso este, de uma Federação a qual o Sinpojud ajudou a construir e manteve financeiramente por muito tempo. Durante o Congresso não houve regras e nem se quer o Estatuto da Federação foi respeitado.

A estratégia gananciosa destes era tomar a Fenajud a qualquer custo, desmoralizando antidemocraticamente e praticando o banditismo sindical, e pasmem, recorrendo até mesmo à capangas armados para intimidar, ameaçar e agredir os que se pronunciassem contrários àqueles atos insanos.

Muitos delegados que lá estiveram tinham a intenção de nos humilhare humilhar a nossa delegacão baiana, NÃO CONSEGUIRAM.

O SINPOJUD é grande em todos os sentidos, um sindicato que foi erguido por cada um dos seus filiados, com muito suor das nossas contribuições inclusive, quando tínhamos salários infinitamente menores do que hoje, crescemos tanto fisicamente quanto politicamente e os resultados históricos vieram e transformaram a vida de todos nós.

Podemos elencar algumas conquistas, fruto do nosso protagonismo sindical: PCS; Jornada de trabalho de 6 horas; equiparação de entrâncias; pagamento da URV; ticket alimentação (equiparado a magistratura); entre outras tantas conquistas.

O SINPOJUD pertence ao seu filiado e não admite que qualquer entidade, principalmente a que sempre sobreviveu à sombra do Sinpojud tente tomar a nossa casa de assalto como fizeram com a Fenajud.

Vamos pensar e analisar. Onde estavam esses enquanto peregrinávamos atrás dos então senadores ACM, Paulo Souto e do governador Cesar Borges para lhes suplicar sobre a aprovação do PCS?

Onde estavam quando acampamos no tapete vermelho do TJBA e no tapete verde da ALBA, quando fomos constantemente ameaçados pela Polícia Militar?

Onde estavam em 1994 quando da votação da lei 6677/94 (Estatuto dos Servidores Públicos do Estado da Bahia), quando a PM Choque agrediu e ameaçou diversos companheiros e companheiras?

Em quantas lutas, greves e paralisações estiveram esses ou “aquele” que se intitulam salvadores da pátria? Naturalmente dentro de um gabinete com ar condicionado, ocupando cargo comissionado de confiança recebendo 120% a mais que os pobres mortais.

Quem são os que se alinham a ele? Um desses é aquele que nos enganou durante muito tempo que nada trouxe para a categoria a não ser cobrar votos para sua campanha de deputado.

A história de uma instituição se faz com a união dos seus filiados que nos momentos mais difíceis, tornam seus laços tão estreitos e fortes que ninguém jamais poderá romper.

Nosso partido é nosso filiado. Ser Sinpojud é uma condição na qual não abrimos mão e com certeza defenderemos nossa instituição de luta como se fosse um filho nosso.

Por um SINPOJUD forte e representativo!
Pense nisso, colega! Não somos marionetes.

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